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É engraçado perceber o quanto os cientistas e estudiosos modernos, estes de D.C., ao gabarem-se por suas supostas descobertas, ignoram o quão atrasados estão quando comparados ao conhecimento antigo. É claro que esta afirmação pode causar repulsa aos entusiastas das matérias científicas, e tudo bem, pois é reconhecido que, desde 1816, quando a escritora Mary Shelley desenvolveu sua obra “Frankstein, ou o moderno Prometheu”, fez por constatar que os estudiosos e pesquisadores das renomadas universidades da época, já se colocavam, eles mesmos, como mais avançados que Agripa, Paracelso e Alberto Magno, mesmo não havendo parâmetros precedentes de modo consensual. Ou seja, embora as colocações antigas não pudessem ser testadas de forma prática, e, por isto mesmo, lhes devemos toda a admiração ao exporem tamanha lucidez, já se adiantavam em coroarem-se como precursores da ciência. Mas o fato não é bem este, pois é sobre o conhecimento antigo que se baseia todo conhecimento científico moderno.

Os antigos alquimistas detêm um magnífico conhecimento sobre os elementos que constituem a base da ciência moderna, e cada letra do alfabeto hebraico, que chamam anjos revela, na verdade, um componente atômico da tabela periódica. Mas como poderiam saber eles, que ao invés de conhecerem o próprio passado das artes científicas, estão se vangloriando de estarem reconhecendo e testando evidências já observadas?

Já, a teoria suméria para a origem da galáxia é inigualável, além de, surpreendente. Antes mesmo de Galileu, já descreviam em suas tabuletas o sistema solar constituído pelo sol em seu centro. Confiram mais por vocês mesmos, conforme eu transcrevo a seguir.

A origem da galáxia segundo os sumérios

Segundo a sabedoria suméria existia o Apsu. De seu corpo surgiu sua esposa Tiamat que gerou um filho. Destes três nasceram mais onze deles, e todos seguiam uma confusa trajetória no céu. Mas Tiamat não estava feliz e entediada decidiu que engoliria seus onze filhos. Em perigo, Anshar, o primeiro filho de Tiamat, laçou um visitante para que os ajudassem a se livrar da mãe furiosa. Este poderoso visitante era Nibiru, e ele soprou sete poderosos ventos sobre o corpo de Tiamat a fim de perturbar suas entranhas, “Vento Vil”. Ele lhe abriu o “ventre e atravessou as entranhas e o coração” de Tiamat. Kingu, o poderoso e imponente defensor de Tiamat a protegeu com coragem, e lhe sacrificou a própria vida, acabando como uma massa de argila sem vida condenado a acompanhar a parte que restou do corpo de Tiamat para sempre.

“ Então, ele cruzou os céus e avaliou as regiões, e mediu a região de Apsu; O Senhor mediu as dimensões de Apsu.” O Senhor fez então uma pausa para apreciar seu corpo sem vida. Então, engenhosamente, planejou dividir o monstro. Depois, ele separou-a em duas partes. Fechando-os juntos, como vigilantes ele os estacionou… Inclinou a cauda de Tiamat para formar com o Grande Grupo um bracelete.”

Leia o texto original em: A Criação do Universo-Enuma Elish

O Apsu é o nosso sol. Segundo astrônomos, é comum um corpo celeste estelar participar da companhia de um segundo astro no nosso universo, como as estrelas bipolares. Mas o nosso sol não possui uma estrela companheira como deveria e muitos pesquisadores astrônomos saíram em busca da mesma, sem qualquer êxito. Porém, segundo os sumérios esta estrela já não existe mais como um corpo estelar incandescente. Ocorreu que após o sol, Apsu, e sua esposa Tiamat, haverem concebido onze filhos, Tiamat decidiu que deveria engoli-los. Mas o que queriam dizer com isso? Bom, as estrelas como o sol um dia morrem, mas antes de morrerem se expandem engolindo os planetas, luas e asteroides, a sua volta. Neste ponto, antes que Tiamat pudesse então causar o fim dos planetas que haviam surgido dela mesma e de seu companheiro Apsu, um planeta distante, ao cruzar a órbita de Saturno (Anshar), teria sido laçado em sua “rede”(órbita), e causado a destruição de Tiamat como um verdadeiro salvador. Kingu (lua), teria tentado impedir a destruição de sua estrela criadora, mas não foi possível, e preso em sua “rede”, passou a acompanha-la com seu corpo agora sem vida, como um guardião. Nibiru, então partiu o corpo de Tiamat em dois, e pedaços de sua esfera destruída, hoje constitui o bracelete que envolve o entorno de uma parte da nossa galáxia. A outra metade, aquela que seria a cabeça de seu corpo destruído, é a Terra, acompanhada da Lua, seu guardião. Nibiru, como salvador dos deuses divinos (planetas), agora participa da família que é o nosso sistema solar, e de éon em éon, ou seja, a cada dois mil e quinhentos anos, aproximadamente, ele visita o nosso sol.

Os acádios nomearam os “cabeças preta”, povo “Shumé”, ou sumérios, como conhecemos hoje, os identificou como “povo guardião”, segundo o significado de seu nome. Eles os identificaram desta forma por serem, os cabeças preta, adoradores do senhor da Lua, Nannar. Uma vez que a Lua (Kingu), havia se tornado o guardião da Terra, nada mais coerente que lhes chamarem por este nome.

Como a água surgiu na Terra segundo a mitologia antiga

Então, certa vez comentei num grupo de debates do Facebook como era risível a teoria moderna de que toda a água da terra teria surgido a partir do choque de meteoros contra a superfície terrestre que trariam gotículas de água no interior de seus corpos celestes, se, comparada com a teoria suméria da origem do universo, e fui apedrejada. O que eu mais gosto nestes debates é exatamente a capacidade das pessoas insultarem quando lhes faltam argumentos, pois assim, tenho a oportunidade de colocar os fatos acima de qualquer argumentação.

Há uma versão suméria para a origem da água na terra, que foi melhor contada pelos gregos, que absorveram o conhecimento egípcio para dar origem a seus deuses mitológicos. Acontece de os sumérios, que em acádio significa os “guardiões” por seu Deus Nannar pertencer ao clã da lua (seu astro representante), que é guardiã da terra, e é Kingu, identificarem Urano como um planeta de água de cor esverdeada.

É interessante perceber que o planeta Netuno foi fotografado e visto pela primeira vez em Agosto de 1989, tendo sido descoberto em 1846, e não antes, quando Isaac Newton, Copérnico, Johannes Kepler e Galileu, se quer sabiam de sua existência. Mas eram modernos e não consideravam que um povo há mais de seis mil anos o tivesse feito. Urano era chamado Kakkabshanamma ( tradução de Zecharia Sitchin segundo consta em seu livro “Genesis revisitado”) pelos sumérios, que significa “planeta que é o duplo” de Netuno, ou seja, gêmeo, semelhante, irmão por aparência. Estes dois planetas são constituídos de água, sendo que Urano possui nove mil metros de profundidade de água fervente.

Durante a criação desta galáxia, nos contam os textos antigos, que Urano visitava Géia (Terra) frequentemente, deitou-se sobre ela e gerou o turbulento oceano. Muitos filhos foram gerados desta união causando desgosto a Cronos (saturno), o filho mais novo. Cronos então decepou o membro de seu pai, e ele mesmo gerou um filho com Géia. Após muitos combates, e a vitória de Zeus (Júpiter, que é Marduk, e é Nibiru), a superfície da Terra derreteu, houve raios, terremotos e grandes tormentas, até que cada um dos deuses encontrasse paz em seus destinos (órbitas). Esta história se encontra no livro “Teogonia – A Origem dos Deuses”, por Hesíodo.

Então os antigos acreditavam que a Terra e Urano haviam se chocado diversas vezes e geraram uma quantidade grande de planetas e satélites que são denominados seus filhos. Esta passagem indica que os dois planetas estiveram ligados pelo magnetismo de suas órbitas até que fossem separados por Saturno. Mas então Saturno é que se prende ao magnetismo da Terra no lugar de Urano, que só encontra um fim por Zeus, que é Júpiter. A Terra então sofre todo tipo de tormenta até encontrar sua órbita. Cronos engole os próprios filhos, e depois os vomita. Estes são os titãs que giram em torno dele, são eles, os titãs, que formam os anéis de Saturno, um complexo exército de monstros que protegem o pai.

Os gregos adotaram a mesma linguagem dos cantos sumérios para descrever o surgimento do universo a partir dos egípcios que assimilaram o conhecimento de seus ancestrais, mas acabam por nos presentear com uma possibilidade mais convincente sobre o surgimento da água em nosso planeta, afinal descreveram que da união entre Urano e Géia (Terra) surgiu o oceano. Bem mais convincente que gotículas de água congeladas atacando a superfície da Terra aos milhares, e, em bilhões de anos não é mesmo?

Quando eu era criança tinha muita curiosidade em saber porque os planetas recebiam nomes de Deuses gregos. E fiquei muito frustrada ao perceber que a história dos nomes dos planetas, e até mesmo os planetas em si, não seriam pesquisados em meus estudos escolares. Hoje me sinto satisfeita em compartilhar algo que, de tanto fazer sentido, parece muito simples, mas exige algum esforço e dedicação em pesquisas, uma vez que tal conteúdo não é aplicado nas escolas.